Quando o assunto é construção ou reforma, não há dúvidas de que a qualidade de uma obra depende em larga medida de uma equipe qualificada e de um planejamento que apresente a visão global da função do projeto desde o início. Nesse sentido, escolher um arquiteto é um dos passos determinantes para o sucesso de todo o processo.

Contratar esse profissional possibilita conjugar seus interesses a um projeto que traz um planejamento técnico estrutural, ambiental, urbano e artístico. Isso significa conexão com o espaço, valorização da expressão arquitetônica e estética de um imóvel, construção com tecnologias de ponta, tudo planejado para seu conforto e bem-estar.

Pensando nisso, apresentamos, abaixo, seis fatores que devem ser levados em conta para tomar a melhor decisão na escolha de um profissional arquiteto. Confira!

1. Definição das necessidades

Em uma obra, existem diversos profissionais envolvidos, bem como diferentes áreas de atuação. O arquiteto pode se ocupar de paisagismo, design de ambientes, planejamento urbano, local ou regional, construção ou manutenção, consultorias, acompanhamento e gestão da obra, entre outros serviços afins.

Dessa forma, é preciso ter uma visão clara de suas expectativas, a fim de apresentar ao profissional suas aspirações e os ramos de atuação que elas exigem. A partir daí, o arquiteto deve transformar suas ideias em uma proposta passível de execução.  

2. Busca de indicações para escolher um arquiteto

Após definir suas ambições, outro fator essencial é buscar indicações de conhecidos que realizaram projetos com arquitetos cujos resultados são semelhantes ao que você deseja. Os sindicatos e associações estaduais de arquitetura também são uma opção de indicação, pois são órgãos que apresentam registros de profissionais regulamentados.  

3. Avaliação da formação do arquiteto

Além da formação acadêmica e complementar do profissional, é muito importante procurar sobre o registro do arquiteto no Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU), e consultar sua regulamentação e habilitação para o exercício profissional.

4. Visita às suas obras

O currículo e a formação técnica são elementos essenciais no processo de escolher um arquiteto. No entanto, é possível que a expertise do profissional não combine necessariamente com seus desejos ou seu objetivo.

Portanto, um fator determinante é a visita às obras já realizadas pelo arquiteto, a fim de conhecer a maneira como esse profissional executa seus projetos e se existe afinidade de suas necessidades com esse tipo de desenvolvimento e atuação.

5. Estudo do projeto proposto

É muito importante que, desde o estudo preliminar da configuração do espaço arquitetônico até a elaboração de um anteprojeto, o arquiteto apresente com clareza soluções aos interesses iniciais de seus clientes. Esses, por sua vez, devem estudar atentamente a proposta e julgar se atendem aos seus requisitos.

O passo seguinte é entender o projeto executivo, documento em que constam especificações de materiais, modelos, quantidades, acabamentos e outros detalhes construtivos, além da maquete completa da obra.

6. Verificação da proposta de serviço

Após todos esses passos, espera-se uma proposta de serviço, ou seja, a apresentação do documento que detalha a atuação do arquiteto, anunciando tudo o que será feito, a partir de um cronograma bem definido de cada etapa e seus respectivos valores.

Outro documento importante é o Registro de Responsabilidade Técnica, emitido pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo. Ele garante segurança técnica e jurídica para profissional e cliente, ao comprovar que o projeto conta com um profissional habilitado e com situação regular perante o Conselho.

Tendo clareza dos fatores que envolvem escolher um arquiteto, você pode ter como resultado o bom desenvolvimento de sua construção ou reforma, e a certeza do investimento em qualidade de vida.

Gostou das dicas? Então, aproveite a visita para ler nosso outro post sobre o que é arquitetura moderna e como ela influencia a decoração da sua casa!